O sol brilhava ardentemente. Era uma linda manhã de domingo e ela andava pelas areias da praia como se não tivesse rumo... como se nada de ruim pudesse lhe acontecer. Ela estava ali, vivendo aquele momento na sua forma mais intensa. Pensamentos não deixavam de rondar sua cabeça, isso era impossível mas parecia que a sua volta e em toda a sua vida só havia felicidade. Após vários minutos ela sentou à sombra de um coqueiro e ficou fazendo algo que sempre gostou... observando o que se passava no ambiente! Viu várias pessoas indo e vindo, umas andando, outras correndo, umas sozinhas, outras em grupos e ainda outras com animais de estimação. Algumas aparentemente felizes, outras nem tanto. Achou engraçado porque algumas pessoas pareciam que nem notavam onde realmente estavam. Olhando um pouco mais adiante viu um garotinho com um cachorrinho vira-lata ao lado. Ambos aparentemente empolgados, embora sujos. O garoto levava no rosto um sorriso contagiante, talvez o sorriso mais sincero que ela já havia visto na vida. O cachorrinho começou a correr e o seu companheiro foi logo atrás. Ela começou a lembrar da quantidade de homens (e até de algumas mulheres) que paravam para olhar sempre que uma mulher bonita passava desfilando em seus trages minúsculos. Por que ninguém parava para repatar no garotinho? Por que ninguém se importou com ele? Foi ao ter esse pensamento que toda aquela felicidade que tomava de conta de tudo desapareceu. Ela levantou e correu na mesma direção em que os dois haviam ido. Quem sabe ela não os encontraria mais na frente? Quem sabe ela não poderia dar-lhes um pouco de importância? quinta-feira, 27 de março de 2008
Passando despercebido...
O sol brilhava ardentemente. Era uma linda manhã de domingo e ela andava pelas areias da praia como se não tivesse rumo... como se nada de ruim pudesse lhe acontecer. Ela estava ali, vivendo aquele momento na sua forma mais intensa. Pensamentos não deixavam de rondar sua cabeça, isso era impossível mas parecia que a sua volta e em toda a sua vida só havia felicidade. Após vários minutos ela sentou à sombra de um coqueiro e ficou fazendo algo que sempre gostou... observando o que se passava no ambiente! Viu várias pessoas indo e vindo, umas andando, outras correndo, umas sozinhas, outras em grupos e ainda outras com animais de estimação. Algumas aparentemente felizes, outras nem tanto. Achou engraçado porque algumas pessoas pareciam que nem notavam onde realmente estavam. Olhando um pouco mais adiante viu um garotinho com um cachorrinho vira-lata ao lado. Ambos aparentemente empolgados, embora sujos. O garoto levava no rosto um sorriso contagiante, talvez o sorriso mais sincero que ela já havia visto na vida. O cachorrinho começou a correr e o seu companheiro foi logo atrás. Ela começou a lembrar da quantidade de homens (e até de algumas mulheres) que paravam para olhar sempre que uma mulher bonita passava desfilando em seus trages minúsculos. Por que ninguém parava para repatar no garotinho? Por que ninguém se importou com ele? Foi ao ter esse pensamento que toda aquela felicidade que tomava de conta de tudo desapareceu. Ela levantou e correu na mesma direção em que os dois haviam ido. Quem sabe ela não os encontraria mais na frente? Quem sabe ela não poderia dar-lhes um pouco de importância? domingo, 9 de março de 2008
A escolha
A vida da gente é engraçada. Geralmente a gente tenta traçar nosso caminho como bem achamos que é certo e nem sempre sai como a gente quer. Às vezes Deus vai lá e muda tudo. A gente fica sem entender o por quê, reclama, fica irritado mas depois, no final, tudo dá certo porque Ele sabe o que é melhor pra nós. E a gente, querendo ou não, temos nossas vidas nas mãos dEle. Por mais que tentamos mudar de rumo, entrar no caminho errado lá na frente a gente quebra a cara... E o motivo? Porque ele guiou nossos passos, mas não demos ouvidos, achamos que erámos auto-suficientes e que conseguiríamos tudo sozinhos. Mas não adianta!! Se a gente se faz de cego e não enxerga o caminho certo a seguir, Ele vai nos dá a oportunidade de voltar atrás e seguir o caminho correto. Algumas vezes temos sabedoria e humildade suficiente para enxergar que erramos e aí voltamos atrás e lutamos pelo que era certo na nossa vida. Outras vezes deixamos o orgulho e a ignorância falar mais alto e preferimos seguir o caminho errado, mesmo Ele nos mostrando que não é por aí que devemos seguir, aí ele nos dará oportunidades, várias oportunidades porque Ele é muito generoso, mas Ele também tem limites e vai ter uma hora que vai nos fazer quebrar a cara de vez e aí já será tarde demais.quinta-feira, 6 de março de 2008
Dúvidas...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Máscaras...
Estava sentada no banco de uma praça qualquer. Era exatamente 16h. De longe avistou um grupo de mímicos que se esforçavam ao máximo para chamar a atenção das pessoas que passavam. Eram três, e cada um usava uma máscara. Um aparentando felicidade plena, outro pura tristeza e o último era bastante misterioso.segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
O olhar
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
A luz da Liz!
Durante horas ficou ali, na sua cama, lendo romances intermináveis onde, de instante em instante, dava uma rápida olhada para o telefone celular. Ela sabia que se recebesse alguma ligação ou mensagem de texto uma suave musicazinha tocaria, mas por via das dúvidas preferia sempre constatar com um olhar... mas nunca havia nada.
Ela também reservava um momento para as orações, durante o qual fazia todos os seus agradecimentos, desejos para os dias seguintes e por fim pedia proteção para ela e para todos que queria bem... a lista era enorme e logo que terminou apagou a única lâmpada que iluminava o quarto e todo a casa, naquele momento.
Ao atirar-se na cama viu pelo cantinho da janela, que a cortina não cobria, uma única e pequena estrela brilhante no céu. Isso foi o suficiente para encher-lhe de alegria! Era como se não estivesse mais sozinha naquele lugar. O fato da estrela também está solitária naquele imenso céu ajudava bastante... Clarisse se identificou com ela. Tornaram-se amigas. Ela e a estrela! Resolveu dar um nome para sua nova amiga e o escolhido foi Liz. Estrela Liz!

Fitou-a por um longo tempo e queria entender porque ela também estava sozinha. Ela era uma estrela tão linda e com certeza não tinha problemas. "Puxa! Será que o destino de algumas pessoas, e algumas estrelas, é realmente ficar sozinho?" Perguntou para Liz. Sem obter respostas acomodou-se no travesseiro e fechou os olhos por não mais que 10 segundos e ao abri-los a surpresa: Liz não estava mais lá! Como pôde? Nuvens escuras podem ter coberto seu brilho... mas ela não iria sem se despedir. Resolveu esperar por sua nova amiga. Ficou encolhidinha no cantinho da cama, onde dava para avistar a estrela! Esperou, esperou e esperou, mas o cansaço foi mais forte. Enfim ela dormiu, igual a Liz, sem ao menos se despedir...
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Mensageira?

sábado, 9 de fevereiro de 2008
O refúgio...
Enfim o silêncio...
Ela era confusa. Tudo era confuso... Mas só ali ela encontrava a privacidade necessária para rir e chorar como quisesse, o quanto quisesse. Mas as coisas não dependiam só dela. Por que a nossa felicidade ou tristeza não depende só da gente? Por que dependemos tanto das outras pessoas? Por que as pessoas geralmente não correspondem aos sentimentos que recebem? Isso é tão difícil assim? São tantas perguntas... E nenhuma resposta. Apenas ela, o quarto e seus milhares de pensamentos.
Tantas cenas que, se fosse possível, seria melhor deletar da memória. Ah! Aquele dia... aqueles olhos, aquelas mãos, aqueles beijos e aquelas promessas... Só não foi perfeito porque faltava uma música ao fundo, mas era só isso que faltava. E hoje? Hoje falta tudo...







